Arquivo para a categoria 'Notícias'

13
Jul
09

Reuters divulga seu manual na internet

Reuters divulga seu manual na internet
A agência Reuters está disponibilizando seu manual de jornalismo na internet, através de um hotsite. A notícia está no blog Jornalismo nas Américas. Quem quiser “dar uma espiadinha” – paráfrase ridícula do Pedro Bial – vai ver que tem muita coisa interessante. E embora o material esteja em inglês achei bem fácil para quem ainda está arranhando um pouquinho da língua. Para quem não sabe nada, as Ferramentas de Idiomas do Google já ajudam bastante.
http://handbook.reuters.com/index.php/Main_Page
http://knightcenter.utexas.edu/blog/?q=pt-br/node/4587

A agência Reuters está disponibilizando seu manual de jornalismo na internet, através de um hotsite. A notícia está no blog Jornalismo nas Américas. Quem quiser “dar uma espiadinha” – paráfrase ridícula do Pedro Bial – vai ver que tem muita coisa interessante. E embora o material esteja em inglês achei bem fácil para quem ainda está arranhando um pouquinho da língua. Para quem não sabe nada, as Ferramentas de Idiomas do Google já ajudam bastante.

10
Jul
09

Curso de Línguas Online (e gratuito!)

Curso de Línguas Online (e gratuito!)
Continuando a linha de post de capacitação…
Não, não é um propaganda enganosa. O link veio do blog Novo em Folha e resolvi compartilhar aqui no Repórter Todo Dia também. Trata
-se de  uma lista de cursos de línguas online e gratuitos (clique aqui). Não acho que seja uma boa para quem não tem noção nenhuma
(também não sei dizer porque não testei), mas pode ser uma mão na roda para quem já tem alguma noção e está querendo aperfeiçoar-
se em alguma língua mas não tem muito tempo nem grana para isso.
http://universitiesandcolleges.org/language-learning-resources/

Continuando a linha de posts de capacitação…

Não, não é um propaganda enganosa. O link veio do blog Novo em Folha e resolvi compartilhar aqui no Repórter Todo Dia também. Trata-se de  uma lista de cursos de línguas online e gratuitos (clique aqui). Não acho que seja uma boa para quem não tem noção nenhuma (também não sei dizer porque não testei), mas pode ser uma mão na roda para quem já tem alguma noção e está querendo aperfeiçoar-se em alguma língua mas não tem muito tempo nem grana para isso.

linguas-rbs

09
Jul
09

Fotografia analógica: that´s it…

KodachromeProjectHeader

Se você teve poucas oportunidades na sua vida de esperar uma semana para ver como ficaram as fotos da sua viagem de férias, não se preocupe. Provavelmente, você não terá outras chances da longa espera. A Kodak anunciou essa semana o fim da produção do Kodachrome – o filme fotográfico colorido mais antigo do  mercado!!! – pondo mais uma pedra sobre o túmulo da fotografia analógica. Vi a notícia hoje no blog do Knight Center para o Jornalismo nas Américas.

A notícia mexeu com o sentimento de muitos fotógrafos profissionais que lamentaram o fim do produto e correram às lojas para adquirir as últimas unidades (não sei se para fotografar, mas com certeza o rolo de filme, mesmo sem ter sido usado, será uma raridade daqui pra frente). Até a própria Kodak criou uma página especial em tributo ao Kodachrome. A imagem que ilustra o post, eu “roubei” de umforum em um  site que comemorativo (???) dos 75 anos do filme.

Não sou saudosista, mas essas coisas me fazem pensar que meus álbuns de fotografia da infância, lotados de imagens feitas em máquina descartável Love (aquelas que vc mandava revelar e ganhava duas miniaturas da foto) são cada vez mais uma lembrança esquecida no guarda-roupa. Não é estranho pensar que nossos netos vão achar incrivelmente velha essa história de foto em papel?

07
Jul
09

Curso de Jornalismo em vídeo? Pergunte ao You Tube como…

Curso de Jornalismo em vídeo? Pergunte ao You Tube como…
Quer aprender a fazer jornalismo? O You Tube te ensina. É isso mesmo! Se você pensava que já tinha visto de tudo no site de vídeos
mais bombado do mundo, se enganou. O blog Jornalismo nas Américas, do Knight Center for Journalism in the Americas, divulgou a notícia
de que o You Tube conta agora com canal dedicado exclusivamente à disseminação de técnicas jornalísticas.
“No site, podem ser consultados vídeos sobre jornalismo investigativo, jornalismo cidadão, ética na profissão e como realizar uma
entrevista, informam o diário espanhol ABC e a agência de notícias AFP”.
Para acessar o Centro de Repórteres, clique aqui. Se fossem vídeos em português, meus amigos mais xiitas diriam até que é mais um
golpe do ministro Gilmar Mendes contra o diploma dos jornalistas.
http://www.youtube.com/reporterscenter

youtube

Quer aprender a fazer jornalismo? O You Tube te ensina. É isso mesmo! Se você pensava que já tinha visto de tudo no site de vídeos mais bombado do mundo, se enganou. O blog Jornalismo nas Américas, do Knight Center for Journalism in the Americas, divulgou a notícia de que o You Tube conta agora com canal dedicado exclusivamente à disseminação de técnicas jornalísticas.

No site, podem ser consultados vídos sobre jornalismo investigativo, jornalismo cidadão, ética na profissão e como realizar uma entrevista, informam o diário espanhol ABC e a agência de notícias AFP”

Para acessar o Centro de Repórteres, clique aqui. Se fossem vídeos em português, meus amigos mais xiitas diriam até que é mais um golpe do ministro Gilmar Mendes contra o diploma dos jornalistas.

08
Mai
09

CIEE oferece cartilha sobre lei do estágio

Essa eu publiquei no Mercado.com e achei interessante trazer para o Repórter Todo Dia também. O CIEE está oferecendo (GRATUITAMENTE!) uma cartilha sobre a nova Lei do Estágio. Para solicitar o material impresso é só encaminhar um e-mail para tania@cieesp.org.br, informando o endereço completo para o qual a publicação deve ser encaminhada. No conteúdo do material do CIEE também tem a cartilha do Ministério do Trabalho (Clique aqui para baixar).

Pessoalmente, sou apaixonado por cartilhas (faço coleção delas!). São práticas, rápidas, didáticas. Trazem a informação pronta para as dúvidas que você precisa sobre esse ou aquele assunto. No caso dessa aí, achei interessante porque fui estagiário um dia e, embora não seja mais beneficiado pela nova lei, sei que tem muita gente querendo saber sobre seus novos direitos.

04
Fev
09

Barrigada no Senado

super_barriga“Barrigada” é o nome “técnic0-popular” que se dá, no jornalismo, ao erro em uma informação divulgada. Hoje, sem ser jornalista, o senador Paulo Paim (PT-RS) cometeu uma gafe e anunciou a morte do colega Adão Pretto (PT-RS). Depois que foi avisado do erro, o parlamentar fez a correção e pediu desculpas. Tarde demais: alguns senadores chegaram a fazer discursos em homenagem a Preto. Leia os detalhes na Folha Online e no Blog do Noblat.

Está aí um bom exemplo para o trabalho de um repórter de como as informações precisam ser checadas várias e várias vezes antes de “botar a boca no trombone”.

Atualização às 17h38: O Blog do Noblat reproduziu os discursos de pesar dos senadores até o momento em que o próprio Paim corrigiu o erro. Se não fosse trágico, seria cômico…

15
Dez
08

A força dos blogs

Moraes Neto

Foto: Moraes Neto

Estava comentando com uma amiga que, quando entrei na universidade, sempre tive o sonho de ser repórter de impresso. Meta alcançada, cada vez mais percebo que nunca mais poderei ser repórter de “impresso” no conceito antigo do termo: aqueles jornalistas que só escrevem para um periódico que vem em papel e depois são reciclados para embrulhar peixe e objetos frágeis nas mudanças. Prova disso é que hoje estou aqui, escrevendo em um blog (e gostando).

Para me inspirar ainda mais, tive a oportunidade de assistir hoje – durante o almoço de confraternização oferecido pela Câmara de Dirigente Lojista de Natal (CDL Natal) – a uma palestra da jornalista e blogueira Renata Leal, repórter de tecnologia da revista Época e responsável pelo blog Bombou na Web. Renata fez algumas colocações muito interessantes sobre o crescimento da “blogosfera” e a necessidade das empresas jornalísticas (e os jornalistas também) perceberem este novo momento.

Consegui gravar a palestra que durou quase uma hora. Como o arquivo ficaria muito grande, vou dar uma editada de alguns trechos mais legais para publicar aqui depois. Como estamos no meio da tarde – e nenhuma das minhas pautas saiu do lugar ainda – essa “tarefa” fica para a noite.

Leia mais sobre a visita de Renata Leal a Natal:

Mercado.com: CDL Natal promove confraternização com jornalistas: blogueira da Época faz palestra

DN Online: Jornalista da Época faz palestra em Natal e comenta crescimento dos blogs

28
Nov
08

Cobertura em Santa Catarina

Acho o texto grande demais para um post do blog, mas não poderia deixar de reproduzir aqui esse material que está no site do Comunique-se. Como é só para cadastrados e nem todo mundo é (mas deveria ser. É de graça!) vou colocar aqui porque conta um depoimento muito interessante de um dos jornalistas que está cobrindo a enchente em Santa Catarina.

 Jornalista conta dificuldades da cobertura dos temporais em Santa Catarina

Sérgio Matsuura, do Rio de Janeiro

 
“Logo que chegamos, fomos para um abrigo e as histórias trágicas começaram a aparecer. A primeira foi a do Juliano. Ele contou que no momento do desabamento estava segurando a mulher com uma mão e a filha com a outra. Ele não aguentou e teve que soltar a mulher, mas aconteceu um outro desabamento que levou a filha também. Ele disse um frase que me chocou muito: ‘em um minuto eu perdi as duas’. Isso é o que a gente está cobrindo todos os dias. Acordo às 6h da manhã e vou dormir à 1h, ou mais tarde”.

Esse é o depoimento do jornalista Eduardo Nunomura, enviado especial de O Estado de S.Paulo para cobrir os temporais em Santa Catarina. Para fazer a informação chegar à casa do leitor, os repórteres se desdobram e vivem, junto com a população das cidades atingidas, as dificuldades causadas pela tragédia. Às vezes, sobrevivem, como foi o caso do fotógrafo que acompanha Nunomura, Filipe Araújo.

“O Filipe estava no morro do Baú (em Ilhota), lugar onde aconteceu o maior número de mortes em Santa Catarina, quando a terra cedeu. Ele estava a menos de 500 metros do desabamento. Ele teve que sair correndo. Foi caso de vida ou morte”, conta Nunomura.

Helicóptero resgata jornalista
O outro jornalista enviado pelo Estadão à Santa Catarina, Rodrigo Brancatelli, também passou por problemas. Ele teve que ser resgatado por um helicóptero da Marinha. Nunomura conta que ainda não conversou com Brancatelli, mas sabe que ele está bem.

As dificuldades da apuração
Além dos riscos, os jornalistas têm que se preocupar em dar a melhor história e fazer a melhor apuração possível. O tempo da matéria é diferente. O excesso de informações desencontradas acaba causando a desinformação, que pode induzir o jornalista ao erro.

“A gente tem que filtrar notícias, apurar muito bem. Tem que ser muito rápido. Tem que saber se a fonte é fidedigna ou não em minutos. Ontem, falaram que apareceram sete corpos no pé do morro do Baú. Eu não podia dar sem conferir. Eu precisava ver os corpos”.

“As pessoas da redação pensam só em publicar”
O receio de tomar um furo e as dificuldades de trabalhar também afetam a atividade do jornalista. Existem muitos fatos acontecendo em lugares diferentes e ao mesmo tempo. Nunomura conta que, às vezes, podem acontecer apostas erradas. Como exemplo, cita o caso do saque a um supermercado. “Quem poderia prever que um saque aconteceria? E saque não dá para correr atrás porque ele acontece naquele exato momento. Não adianta ir depois”.

“Existem situações como essas, que as pessoas da redação não têm noção do que está acontecendo e ficam pensando só em publicar. Nós, aqui, temos que colocar as nossas vidas em segurança em primeiro lugar. Exemplo é o caso da fotografia do Filipe. Não dá para pedir um ângulo melhor. Ele tinha que se preocupar com a vida dele”, comenta.

Problemas com celulares dificulta cobertura
Para realizar a cobertura, o Estadão enviou duas equipes, com repórter e fotógrafo, deslocou um freelancer para cobrir as informações oficiais e conta com o apoio da Agência RBS. A editora do caderno Metrópole, Viviane Kulczynski, diz que, mesmo com uma equipe grande, existem dificuldades.

“Os celulares não estão pegando direito. Em pleno século XXI temos que recorrer ao orelhão”, diz Viviane.

Fora todos essas dificuldades do fazer jornalístico, existe uma outra: a conversa com as pessoas.

“Uma coisa que é horrível de fazer, mas que a gente faz até sem querer, quase que automaticamente, é o hábito de perguntar se está tudo bem. Claro que não está nada bem”, conta Nunomura.

11
Nov
08

Fórum de Comunicação é realizado em fortaleza

Mais de 250 profissionais de comunicação estão participando em Fortaleza do 2º Fórum de Comunicação do Governo Federal, promovido pelo Banco do Nordeste. O evento tem o objetivo de promover o nivelamento de profissionais de comunicação e cultura de instituições ligadas ao Governo Federal, abordando temas como o papel da imprensa no controle a políticas públicas, desafios da comunicação interna e reputação e imagem das empresas.

Embora tenha esse público-alvo, tenho certeza que seria uma ótima oportunidade de aprendizado e debate até mesmo para os jornalistas que cobrem a área pública. Hoje, os diretores de redação dos jornais O Povo (Gualter Jorge), A Tarde (Patrícia Moreira) e Jornal do Commércio (Fabiani Cavalcanti), debatem o tema “Do release à pauta jornalística”. Na programação do seminário está prevista também uma conferência com o jornalista e consultor, Mário Rosa, especialista em gerenciamento de crises.

Diante de tanta gente importante, espero poder participar da próxima edição!

07
Nov
08

invasão de privacidade

Esta vem do informativo O Filtro, da revista Época:

Está na manchete da Folha (para assinantes) a informação de que a Polícia Federal quebrou, sem autorização judicial, o sigilo telefônico de aparelhos Nextel de jornalistas da TV Globo (sem citar nomes) para tentar descobrir se o delegado Protógenes Queiroz, que comandava a Operação Satiagraha, avisou repórteres sobre a ação policial. A reportagem diz que “outras autoridades do caso foram consultadas pela PF sobre a quebra de sigilo telefônico dos jornalistas que estavam nos locais de busca, e se opuseram ao pedido, entendendo que tal iniciativa violaria o direito constitucional de sigilo da fonte”. Mesmo assim, a PF encaminhou um ofício à Nextel, sem aval da Justiça, e conseguiu da operadora os números de identificação dos celulares e de antenas, o que permite a localização física do cliente. Se Protógenes antecipou mesmo informações sobre a operação e se a PF realmente usou de meio ilícito para monitorar jornalistas, não há boa conduta em nenhum dos lados dessa história.

O artigo 5º do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros diz: “É direito do jornalista resguardar o sigilo da fonte”. Certa vez, um colega de redação estava comentando que os celulares de todos (ou pelo menos a maioria) dos jornalistas estariam grampeados. Lenda urbana ou ficção acho inadimissível quebrar os sigilos telefônicos dos repórteres ferindo o nosso código de ética.

(Atualização às 19h34) O Comunique-se (para cadastrados) traz uma matéria falando sobre uma nota da Polícia Federal. Segue um trecho:

A Polícia Federal divulgou nota contestando as informações publicadas na Folha de S. Paulo desta sexta-feira (07/11). Nela, a PF afirma que não quebrou sigilo telefônico sem autorização judicial. O que teria acontecido seria uma requisição para que a Nextel informasse a localização das torres de retransmissão da empresa situadas próximas à Superintendência da PF em São Paulo e a alguns dos endereços alvos da Operação Satiagraha.

O comunicado diz ainda que a “Polícia Federal não investiga jornalistas no referido Inquérito Policial, pois respeita a norma constitucional que garante o sigilo de fonte desses profissionais. A investigação visa à apuração de vazamentos de dados sigilosos da Operação Satiagraha”.




Sobre o blog

Se jornalismo é a arte de “contar histórias”, esse blog quer contar as “histórias por trás das histórias” que saem nas páginas do jornal. Produzir notícias não é um processo fácil. Porém, é uma atividade que pode ser mais do que divertida para quem é apaixonado pela profissão de repórter. Por isso, este é um espaço para “causos”, comentários de notícias e algumas questões sobre as transformações que o jornalismo passa. Embora o foco sejam os estudantes e os “focas”, o objetivo é muito mais debater e trocar idéias do que ensinar.

Passarinho