Arquivo para a categoria 'Geral'

10
jul
09

Curso de Línguas Online (e gratuito!)

Curso de Línguas Online (e gratuito!)
Continuando a linha de post de capacitação…
Não, não é um propaganda enganosa. O link veio do blog Novo em Folha e resolvi compartilhar aqui no Repórter Todo Dia também. Trata
-se de  uma lista de cursos de línguas online e gratuitos (clique aqui). Não acho que seja uma boa para quem não tem noção nenhuma
(também não sei dizer porque não testei), mas pode ser uma mão na roda para quem já tem alguma noção e está querendo aperfeiçoar-
se em alguma língua mas não tem muito tempo nem grana para isso.
http://universitiesandcolleges.org/language-learning-resources/

Continuando a linha de posts de capacitação…

Não, não é um propaganda enganosa. O link veio do blog Novo em Folha e resolvi compartilhar aqui no Repórter Todo Dia também. Trata-se de  uma lista de cursos de línguas online e gratuitos (clique aqui). Não acho que seja uma boa para quem não tem noção nenhuma (também não sei dizer porque não testei), mas pode ser uma mão na roda para quem já tem alguma noção e está querendo aperfeiçoar-se em alguma língua mas não tem muito tempo nem grana para isso.

linguas-rbs

05
jul
09

E o diploma, cadê?!

E o diploma, cadê?!
Estava esperando as coisas esfriarem mais para poder lançar minha opinião sobre o nosso diploma de Jornalismo, que agora mais parece
um papel sem importância guardado em um pasta de documentos. Confesso que já fui defensor ferrenho do diploma. Hoje tenho minhas
dúvidas se uma faculdade é necessária para formar um jornalista. Mas, também não acho que o diploma mereça a lata do lixo. Passei
quatro anos e meio nos bancos da UFRN para conseguir meu título de bacharel em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo
(nome grande e pomposo, né?) e não me arrependo de nenhum dos calos que criei na bunda por isso. Porém, lamento em dizer que a
decisão da Justiça sobre a não-obrigatoriedade do nosso diploma é apenas uma oficialização de algo que já estava posto: nosso
“canudo” foi desvalorizado por nós mesmos.
Infelizmente, como jornalistas, somos uma classe desmobilizada. Vá ver o que acontece se você tentar tirar o diploma de um médico,
engenheiro ou até de um chef de cozinha para fazer alusão ao exemplo patético do ministro Gilmar Mendes… Infelizmente, a voz de
alguns poucos jornalistas sindicalizados que foram para Brasília bater panela não funcionaria nunca. Precisávamos estar juntos, mostrar à
sociedade o quanto essa discussão sobre o diploma era importante. Enquanto massa trabalhadora, fizemos justamente o contrário (e o
que sempre fazemos): esperamos as coisas acontecerem.
Acho que agora restam dois caminhos: ou desvalorizarmos ainda mais o nosso diploma e deixar quem não tem capacidade nenhuma de
ser jornalista ocupar as nossas poucas vagas no mercado; ou passamos a valorizá-lo desde já, mostrando que quem é jornalista por
formação está muito mais preparado do que quem nunca passou pela universidade. É hora de investirmos nas pós-graduações e outros
cursos que agreguem ao nosso conhecimento universitário outras informações, que nos tornem profissionais melhores.
Que caminho vamos seguir? Não sei quanto a vocês… Mas eu já escolhi o meu.
P.S. O argumento do ministro Gilmar Mendes sobre o jornalismo ser uma atividade “meramente intelectual” coloca em xeque toda a área
de Ciências Humanas e Sociais. Será que vão querer tirar o diploma agora dos advogados, sociólogos, historiadores, psicólogos e
professores? Nesse último caso, era só o que faltava para fazermos a educação do nosso país afundar de vez.

Estava esperando as coisas esfriarem mais para poder lançar minha opinião sobre o nosso diploma de Jornalismo, que agora mais parece um papel sem importância guardado em um pasta de documentos. Confesso que já fui defensor ferrenho do diploma. Hoje tenho minhas dúvidas se uma faculdade é necessária para formar um jornalista. Mas, também não acho que o diploma mereça a lata do lixo. Passei quatro anos e meio nos bancos da UFRN para conseguir meu título de bacharel em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo (nome grande e pomposo, né?) e não me arrependo de nenhum dos calos que criei na bunda por isso.

diploma-jornalismoPorém, lamento em dizer que a decisão da Justiça sobre a não-obrigatoriedade do nosso diploma é apenas uma oficialização de algo que já estava posto: nosso ”canudo” foi desvalorizado por nós mesmos. Infelizmente, como jornalistas, somos uma classe desmobilizada. Vá ver o que acontece se você tentar tirar o diploma de um médico, engenheiro ou até de um chef de cozinha para fazer alusão ao exemplo patético do ministro Gilmar Mendes… Infelizmente, a voz de alguns poucos jornalistas sindicalizados que foram para Brasília bater panela não funcionaria nunca. Precisávamos estar juntos, mostrar à sociedade o quanto essa discussão sobre o diploma era importante. Enquanto massa trabalhadora, fizemos justamente o contrário (e o que sempre fazemos): esperamos as coisas acontecerem.

Acho que agora restam dois caminhos: ou desvalorizarmos ainda mais o nosso diploma e deixar quem não tem capacidade nenhuma de ser jornalista ocupar as nossas poucas vagas no mercado; ou passamos a valorizá-lo desde já, mostrando que quem é jornalista por formação está muito mais preparado do que quem nunca passou pela universidade. É hora de investirmos nas pós-graduações e outros cursos que agreguem ao nosso conhecimento universitário outras informações, que nos tornem profissionais melhores.

Que caminho vamos seguir? Não sei quanto a vocês… Mas eu já escolhi o meu.

P.S. O argumento do ministro Gilmar Mendes sobre o jornalismo ser uma atividade “meramente intelectual” coloca em xeque toda a área de Ciências Humanas e Sociais. Será que vão querer tirar o diploma agora dos advogados, sociólogos, historiadores, psicólogos e professores? Nesse último caso, era só o que faltava para fazermos a educação do nosso país afundar de vez.

01
jul
09

De repórter a editor, sempre repórter

De repórter a editor, sempre repórter
Hoje começo uma nova fase da minha vida jornalística, embora interinamente. Durante os meses de julho e agosto vou substituir o meu
querido editor Airton Bulhões, comandando a editoria de Economia da Tribuna do Norte. Confesso que já deu dor de cabeça, ânsia de
vômito, frio na barriga… Tudo natural quando se pensa na responsabilidade, mas também na possibilidade de “mexer” um pouquinho na
situação de conforto em que você está enquanto é repórter. Se você não tem sugestão de pauta, ótimo! Seu editor é que é pago para
pensar nisso. Se o entrevistado não atendeu e a pauta caiu, ótimo! Não é você que vai ter mesmo que achar de última hora uma outra
matéria para encher o buraco em branco que vai ficar. Agora não vai ser mais assim.
Na nova empreitada, conto com uma parceira de primeira linha: a repórter Renata Moura que compunha a equipe do Diário de Natal e
agora “desce a ladeira” para fazer parte da Tribuna do Norte. Bom, se é um momento ainda de insegurança, tenho ao menos a certeza de
que tenho ao meu lado uma grande profissional.
Bom, o desafio está lançado! Vamos em frente!

Hoje começo uma nova fase da minha vida jornalística, embora interinamente. Durante os meses de julho e agosto vou substituir o meu querido editor Airton Bulhões (que está se recuperando de uma cirurgia), comandando a editoria de Economia da Tribuna do Norte. Confesso que já deu dor de cabeça, ânsia de vômito, frio na barriga… Tudo natural quando se pensa na responsabilidade, mas também na possibilidade de “mexer” um pouquinho na situação de conforto em que você está enquanto é repórter. Se você não tem sugestão de pauta, ótimo! Seu editor é que é pago para pensar nisso. Se o entrevistado não atendeu e a pauta caiu, ótimo! Não é você que vai ter mesmo que achar de última hora uma outra matéria para encher o buraco em branco que vai ficar. Agora não vai ser mais assim.

Por outro lado, ser editor é ser um pouquinho mais de repórter. Se, por um lado, estou fora da apuração ainda tenho que utilizar o meu “faro” para encontrar boas pautas que sei que vão render boas matérias.

Na nova empreitada, conto com uma parceira de primeira linha: a repórter Renata Moura que compunha a equipe do Diário de Natal e agora “desce a ladeira” para fazer parte da Tribuna do Norte. Bom, se é um momento ainda de insegurança, tenho ao menos a certeza de que tenho ao meu lado uma grande profissional.

Bom, o desafio está lançado! Vamos em frente!

30
jun
09

Agendamento no Repórter Todo Dia

Agendamento no Repórter Todo Dia
O RTD anda meio parado, é verdade. Mas os últimos meses têm sido bastante complicados para mim em atualizar o meu blog pessoal.
Então resolvi seguir a mesma estratégia de atualização da minha amiga, Emídia Felipe, jornalista do Diário de Natal: em seu blog Eu e o
Recife (clique aqui para acessar), ela agenda os posts. Ohhhhhhhhhhhh!!! Não essa não é uma novidade em nenhum blog e nem era
desconhecida por mim. Mas percebi que era a melhor maneira de deixar ativo o Repórter Todo Dia, sem ter que me distrair do
Mercado.com ou da pauta de Economia da Tribuna do Norte.
http://www.eueorecife.wordpress.com

agenda

O RTD anda meio parado, é verdade. Mas os últimos meses têm sido bastante complicados para mim em atualizar o meu blog pessoal. Então resolvi seguir a mesma estratégia de atualização da minha amiga, Emídia Felipe, jornalista do Diário de Natal: em seu blog Eu e o Recife (clique aqui para acessar), ela agenda os posts. Ohhhhhhhhhhhh!!! Não essa não é uma novidade em nenhum blog e nem era desconhecida por mim. Mas percebi que era a melhor maneira de deixar ativo o Repórter Todo Dia, sem ter que me distrair do Mercado.com ou da pauta de Economia da Tribuna do Norte.

11
mai
09

dicas de comunicação integrada

A jornalista Luzi Rocha descobriu o Repórter Todo Dia (espero que vire leitora assídua! hehehehe) e manda – diretamente das bandas do Sudeste – algumas sugestões de blogs e sites sobre Comunicação Integrada. “Quem se interessar sobre Comunicação Interna e Empresarial/Corporativa irá gostar das dicas”, diz Luzi. Aí estão eles:

Aproveito também para deixar a sugestão para acessarem o blog da própria Luzi: Tudo e Nada ao Mesmo Tempo. Não é sobre Comunicação corporativa, mas (como o próprio nome diz) tem de tudo um pouco.

11
mai
09

dois textos sobre internet e blogs

Em um mercado onde se exige cada vez mais que os repórteres entendam e assumam funções multimídia (se enganou se você pensava que saber usar o Outlook era a solução para os seus problemas), não dá para ficar alheio a tudo que se fala sobre blog, Orkut, Twitter e, claro, o próprio texto jornalístico (ou não) da internet. Dois textos interessantes que me indicaram sobre esses assuntos:

09
mai
09

Uma jornalista na Veneza

Já era para eu ter feito um post há muito tempo sobre isso, mas o corre-corre da redação não me permitiu. Para quem ainda não sabia, minha colega Emídia Felipe deixou a Tribuna do Norte por uma proposta de trabalho em Pernambuco (por isso, eu assumi o Mercado.com. Mas essa novidade que já estava tão velha que não valia mais nem a pena comentar por aqui).  Agora ela está mostrando em Recife que tamanho não é documento (literalmente, no caso da baixinha!) e faz parte da nova equipe que os Diários Associados montaram para o Diário de Natal. Para falar um pouquinho das experiências em uma cidade completamente diferente de Natal, ela fez um blog: Eu e o Recife. O “Diário da Manguetown” já está no ar há um tempinho e Emídia já tem até casa nova. Quem quiser acompanhar um pouco das impressões que ela vai tendo da Veneza Brasileira é só clicar!

09
mai
09

Lost, jornalismo e cachaça

lost_2s
Se você começou a trabalhar em redação há pouco tempo, tenha certeza: você terá certeza que virou um repórter-jornalista quando participar de um “pescoção”, a famosa hora extra de fechamento da edição de domingo. E ficará certo de que a redação virou seu doce-inferninho quando sair do jornal (como eu fiz ontem) e perceber que choveu :P (“Caralho! De que horas caiu esse temporal que eu não vi?!”). É uma coisa meio Lost: todos querem ir embora da ilha e não aguentam mais; uma vez fora, só querem saber de voltar pra jaula. Com a redação é do mesmo jeito para mim. Sempre entro empolgado, e quando acontecem muitos imprevistos, meu humor oscila. Tem dias que vou embora de cabeça baixa. Mas quando você passa por dias como o de ontem em que, mesmo saindo tarde, senti que meu dever foi cumprido, dá sempre vontade de estar ali de novo. Jornalismo é mesmo uma cachaça.
07
mai
09

twitter, pra que te quero?

Tentando entender...

Tentando entender...

Não deu pra resistir à nova moda do Twitter e fiz meu perfil lá. De cara, tô ainda tentando ver “qualé” a do microblog enquanto percebo que o Big Google já está de olho no produto, assim como fez com o Orkut (leia matéria do G1 aqui). Acho que o negócio fica mesmo mais interessante se conseguir “twittar” pelo celular. Só que cadastrei meu número, mas ainda não entendi direito como a coisa funciona. Vou precisar de uma consultoria… :P

Bom, como a graça do negócio está em seguir e ser seguido também, quem quiser entrar na onda (se é que você não já tinha um Twitter há muito tempo) e me acompanhar, é só clicar aqui no meu perfil.

05
mai
09

Atestado de vida

avalanche2Diziam por aí que o Repórter Todo Dia morreu… Não, ele não bateu as botas (ainda!) mas digamos que anda em um certo estado vegetativo. Mas também, tanta coisa mudou nos últimos meses que avalanche (essa daí da foto é perfeita) é a palavra certa para descrever a quantidade de coisas que têm acontecido no meu dia-a-dia. Calma, longe de catástrofe é coisa boa. Mas como sobreviver a um Gmail (que recebe automaticamente todos os e-mails que vão para o meu e-mail de Tribuna do Norte), várias inscrições no Google Reader (das notícias econômicas às futilidades e utilidades públicas do dia-a-dia na internet) e dois blogs (isso mesmo! Além do RTD, ganhei a missão de assumir o Mercado.com – blog econômico da TN – que era comandado pela minha colega Emídia Felipe)???? Desafios… E um colega de redação ainda me tentou com uma novidade hoje quando cheguei na redação: o Twitter. Será que eu consigo inserir mais uma aba no meu Firefox?

Meu Deus!!! É uma chuva diária de informações. Como se não bastasse tudo isso, ainda estou pagando um disciplina como aluno especial no Programa de Pós-Graduação em Estudos da Mídia da UFRN (PPGEM). A cada quarta-feira, volto com mais livros para ler. Estou preocupado: as leituras crescem em progressão geométrica enquanto leio em progressão aritimética.

Ufa! Não é fácil atualizar três meses em três parágrafos… Tá faltando muita coisa. Mas aos poucos vou atualizando vocês por aqui. Nem que seja a passos de cágado.




Sobre o blog

Se jornalismo é a arte de “contar histórias”, esse blog quer contar as “histórias por trás das histórias” que saem nas páginas do jornal. Produzir notícias não é um processo fácil. Porém, é uma atividade que pode ser mais do que divertida para quem é apaixonado pela profissão de repórter. Por isso, este é um espaço para “causos”, comentários de notícias e algumas questões sobre as transformações que o jornalismo passa. Embora o foco sejam os estudantes e os “focas”, o objetivo é muito mais debater e trocar idéias do que ensinar.

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