Eu me lembro da data? Não. Acho que foi por volta de 2003… Só lembro que eu ainda não sabia nem perguntar, mas já tinha uma certeza: queria ser repórter. Na época, eu participava da produção do programa Xeque-Mate, um “bate-bola” promovido pela TV Universitária entre estudantes de jornalismo e personalidades da cidade, coordenado pelo professor Emanoel Barreto.
O “flagrante” em questão é do repórter-fotográfico João Maria Alves, da Tribuna do Norte, e registra um momento histórico: naquela noite estávamos entrevistando Aluízio Alves – jornalista, advogado e político potiguar – que tinha tanta história para contar que precisamos fazer dois programas com ele. A segunda edição não estava programada. O problema é que a repercussão foi tão boa já durante a apresentação (tinha telespectadores ligando!!!) que tivemos que dar continuidade à entrevista na semana seguinte.
A foto traz outras figuras jornalísticas daqui. As duas mais conhecidas do público (porque “brilham” na telinha) são Diana Barreto, da Inter TV Cabugi (a terceira, da esquerda para direita, na fila mais alta) e Murilo Meireles, da TV Tropical (primeiro, da esquerda para direita, na segunda fileira). Destaco também outros nomes como Joyce Lessa (ao lado de Diana), Mara Medeiros e Karina Moraes (na primeira fila de preto e azul, respectivamente) que estudavam comigo.
O registro me fez lembrar de um outro que vou tentar recuperar. Alguns meses depois de participar d
o Xeque-Mate, comecei a estagiar no Diário de Natal. Lá, tive a oportunidade de entrevistar novamente Aluízio Alves (desta vez sozinho e como repórter). Infelizmente, não consegui encontrar a foto nos meus arquivos. Se conseguir encontrá-la, postarei por aqui também. Acho que essas experiências – por mais bobas que possam parecer – nos fazem lembrar que um dia a gente começa muito “verdinho” mesmo (usava até gel e “chuca”. Que vergonha!!!) até que uma hora aprende.

